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Conheça essas 4 siglas antes de começar a investir com confiança

  • Foto do escritor: Nayara Bolognesi
    Nayara Bolognesi
  • 19 de fev. de 2025
  • 2 min de leitura

Atualizado: 13 de jun. de 2025


Livros empilhados e copo com lápis em frente a um quadro-negro com desenhos coloridos, representando o início da jornada de aprendizado para quem deseja começar a investir com confiança.
Medo e falta de conhecimento ainda impedem muitas pessoas de começar a investir. Entenda os principais conceitos e supere essas barreiras com mais confiança.

Inúmeras siglas, termos e palavras técnicas tornam esse universo complexo à primeira vista. Não por acaso, muitos iniciantes escolhem opções mais conhecidas, como a poupança ou a previdência privada, geralmente vistas como mais seguras.


No entanto, para investir com confiança, é essencial entender as principais siglas que impactam os investimentos.


Conceitos essenciais para quem quer começar a investir


Confira a seguir as explicações que vão ajudar você a navegar pelo mercado financeiro com segurança.


IPCA – Índice de Preços ao Consumidor Amplo

O IPCA mede a inflação no Brasil e é um índice essencial para os investidores. Ele calcula a variação nos preços dos produtos de consumo e afeta diretamente o custo de vida das famílias brasileiras.


Por que é importante? Como o IPCA monitora a desvalorização do dinheiro ao longo do tempo, seu rendimento precisa superá-lo para evitar perdas. Quando a inflação (IPCA) sobe, o poder de compra diminui, o que impacta diretamente seu investimento. Se seu rendimento não acompanha essa variação, você perde poder de compra.


SELIC – Taxa Básica de Juros

A SELIC é a taxa básica de juros no Brasil, definida pelo COPOM a cada 45 dias. Ela é usada como referência de juros para a economia e impacta tanto os investimentos quanto o controle da inflação.


Impacto nos investimentos A SELIC direciona os juros e o rendimento de diversos investimentos, especialmente no Tesouro Direto, onde o risco é mínimo. Ela funciona como um termômetro econômico, ajudando o investidor a entender o cenário econômico e o valor dos retornos possíveis.


CDI – Certificado de Depósito Interbancário

O CDI é uma taxa de juros usada em empréstimos entre bancos para equilibrar os caixas. Ele serve como referência de rentabilidade para investimentos pós-fixados, como o CDB.


Por que acompanhar o CDI? O CDI é usado para medir a performance de investimentos e tende a oscilar próximo à SELIC. Um investimento que rende acima do CDI é considerado rentável e competitivo no mercado. Investimentos atrelados ao CDI, por terem lastro em títulos do Tesouro, variam conforme o volume de dinheiro no mercado.


Juros Compostos – O poder da capitalização acumulada

Diferentemente dos juros simples, os juros compostos consideram o saldo atualizado a cada período, o que cria um efeito exponencial ao longo do tempo.


Como funcionam os juros compostos? Quando investido com juros compostos, o capital cresce a cada período, aumentando significativamente o valor final. Para investimentos a longo prazo, essa diferença torna-se expressiva, gerando ganhos superiores ao cálculo linear dos juros simples.


Domine as siglas para investir com segurança

Essas siglas são os pilares para entender o mercado financeiro e investir com confiança. Compreender esses conceitos é fundamental para obter segurança e otimizar seus rendimentos.


Compartilhe este artigo com amigos que também desejam começar a investir com qualidade e, se estiver interessado, confira meu artigo sobre Bitcoin e outras criptomoedas.

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